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Artigo Original

Perfil epidemiológico dos pacientes idosos queimados internados em unidade de tratamento de queimados do Noroeste paulista

Epidemiological profile of burned elderly patients hospitalized in a reference hospital in the northwest of São Paulo

Ana Carolina Marin Comini1; Polliany do Monte Lança2; Renata Buraschi Antunes3; Fábio Franco de Oliveira Júnior4; Sofia Veronesi Prearo5; Manoel Alves Vidal6; José Antônio Sanches7; Guilherme Ramos Vantine8

RESUMO

OBJETIVO: Analisar o perfil epidemiológico dos pacientes idosos internados na Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) do Hospital Padre Albino do município de Catanduva, SP.
MÉTODO: Trata-se de um estudo transversal baseado na análise dos prontuários e do livro de registro da Unidade de Terapia de Queimados do Hospital Padre Albino. A coleta de dados ocorreu entre março de 2012 e março de 2013, sendo selecionados todos os idosos que passaram pela unidade. Foram coletados dados como: sexo, idade, local do acidente, período de internação, vícios apresentados pelos pacientes, comorbidades, agente agressor, profundidade da lesão, superfície da área queimada e evolução - que inclui enxertia, infecção e óbito.
RESULTADOS: Houve predomínio de queimaduras em pacientes idosos do sexo masculino, tendo como local do acidente a própria casa. A maioria apresentava duas comorbidades associadas, sendo a principal a hipertensão arterial sistêmica. Chama direta foi o agente causal mais frequente, predominando queimaduras combinadas de 2o e 3o grau, sendo evidenciada elevada taxa de grandes queimados e necessidade de enxertia em alguns casos, seguida de alta possibilidade de infecção.
CONCLUSÃO: O conhecimento do perfil epidemiológico é importante para medidas de prevenção, que devem ser tomadas por toda a comunidade. Além disso, com o conhecimento das principais comorbidades, características das queimaduras, condutas e evolução podem ser estabelecidas melhores estratégias de tratamento para o idoso.

Palavras-chave: Queimaduras. Epidemiologia. Unidades de Queimados. Assistência a Idosos.

ABSTRACT

OBJECTIVE: To analyze the epidemiological profile of the elderly patients hospitalized at the Burn Care Unit (BCU) of the Hospital Padre Albino in Catanduva-SP.
METHOD: This is a retrospective study based on the analysis of the medical records from the Hospital Padre Albino's Burn Care Unit`s record book. For data collection it was used the period from March 2012 to March 2013, which were selected all elderly patients who passed through the unit. Data such as sex, age, the accident site, days of hospitalization comorbidities, agent, lesion depth, burn area and evolution, including grafting, infection and death were collected.
RESULTS: There was a predominance of burns in elderly male patients, with the scene of the accident being the house itself. Most had two comorbidities, the main one was systemic hypertension; the direct flame is the most frequent causative agent, predominating combined burns of 2nd and 3rd degree, with evident high rate of major burns and the need for grafting in some cases, followed by high possibility of infection.
CONCLUSION: The knowledge of the epidemiological profile is a matter of utmost importance to preventive measures that should be taken by the whole community. Also, with the knowledge of the main comorbidities, burn characteristics, behaviors and evolution, better treatment strategies can be established for the elderlies.

Keywords: Epidemiology. Burn Units. Old Age Assistance.

INTRODUÇÃO

A expectativa de vida ao nascer, no Brasil, subiu para 75,2 anos em 2014, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo que no ano anterior ela era de 74,9 anos1. Tal fato chama a atenção dos órgãos públicos para essa faixa etária da população, visto que, com o crescimento populacional mundial dos idosos, tornam-se necessários programas de prioridade, principalmente, os que dizem respeito ao setor de saúde pública.

Além de ser uma projeção do perfil populacional brasileiro, o aumento da expectativa de vida é consequência de se tornar uma nação desenvolvida no cenário mundial. Para tanto, não basta apenas observar esse aumento progressivo, é fundamental possibilitar que os anos a mais de vida sejam de qualidade em termos sociais, econômicos e, principalmente, de saúde.

Sabe-se, também, que cada vez mais idosos mantêm uma vida ativa diária e que alguns continuam morando sozinhos. Entretanto, o envelhecimento é um processo dinâmico e progressivo, com diminuição gradual da capacidade funcional e com limitações físicas e cognitivas. Isso torna esse grupo mais exposto ao risco de acidentes, principalmente, os relacionados ao ambiente doméstico e as queimaduras2.

As queimaduras são consequência da exposição, direta ou indireta, ao frio extremo ou ao calor excessivo sobre qualquer porção do corpo de um indivíduo. Os agentes que podem provocar queimaduras são, por exemplo, a chama direta, grande parte dos produtos químicos, a radiação ou a corrente elétrica3. Tal lesão é considerada uma das principais causas de morte entre crianças e idosos em todo o mundo, devido, principalmente, às complicações que podem ocorrer durante o processo de tratamento, como as infecções - decorrentes da exposição intra-hospitalar a diversos micro-organismos - ou a resposta sistêmica dos diversos órgãos do corpo3.

No Brasil, os idosos representam cerca de 10% dos casos dos pacientes vítimas de queimaduras, apresentando maior taxa de morbimortalidade relativa4. Contribuem, para isso, alterações fisiológicas do envelhecimento, que aumentam a gravidade das infecções: alterações imunológicas, lentificação do processo de cicatrização e um estado inflamatório crônico. Além disso, há diversas comorbidades, doenças crônicas, polifarmácia e desnutrição, que agravam o quadro clínico do paciente idoso5. Logo, a diminuição das reservas fisiológicas aumenta a vulnerabilidade aos desfechos negativos das queimaduras e a diminuição da mobilidade também diminui a capacidade de prevenir acidentes2.

Tal fato somado ao aumento da expectativa de vida brasileira, que provavelmente significará, nos próximos anos, um aumento do número de queimados idosos, justifica o objetivo deste estudo de analisar o perfil epidemiológico dos pacientes idosos internados na Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) do Hospital Padre Albino do município de Catanduva, SP.


MÉTODO

Foi realizado estudo retrospectivo transversal, entre o período de março de 2012 a março de 2013. Os dados foram coletados a partir dos prontuários de pacientes que foram internados na Unidade de Tratamento de Queimados (UTQ) do Hospital Escola Padre Albino. A Unidade é localizada na cidade de Catanduva, referência no estado de São Paulo, contando com 13 leitos e 2 mesas para banho, todos disponibilizados para o Sistema Único de Saude, sendo atendidos anualmente em torno de 240 casos.

Foram analisados 223 prontuários, pelos alunos da Liga de Cirurgia Plástica da Faculdade de Medicina de Catanduva. A coleta dos dados foi realizada por meio de preenchimento manual de ficha modelo e os dados foram transportados para planilha do Microsoft Excel, sendo então analisados pelos participantes do atual trabalho e docentes responsáveis.

No período considerado foram identificados 21 pacientes idosos (idade maior ou igual a 60 anos) admitidos na UTQ nesse período. Foram descartadas informações da ficha modelo devido à falta de padronização de preenchimento de prontuários pelos médicos e enfermeiros responsáveis. Não houve critério de exclusão dos idosos.

A motivação para realização do estudo deu-se a partir do aumento da incidência de idosos queimados em vários países do mundo6,7, além da análise de complicações nessa faixa etária.

O estudo foi submetido ao Comitê de Ética e Pesquisa das Faculdades Integradas Padre Albino, que segue a resolução do CNS 466/12, sendo garantida a preservação da privacidade dos pacientes.

As variáveis foram analisadas quantitativamente, sendo elas: sexo, idade, local do acidente, período de internação, vícios apresentados pelos pacientes, comorbidades, agente agressor, profundidade da lesão, superfície da área queimada e evolução - que inclui enxertia, infecção e óbito.


RESULTADOS

No período de março de 2012 a março de 2013, foram coletados dados de 21 pacientes idosos. O sexo masculino apresentou maior prevalência, correspondendo a 57,1% (n=12) dos casos. A média de idade dos pacientes foi de 69,5 anos (61 a 85). O local do acidente foi de 71,4% (n=15) na própria residência, 19% (n=4) no trabalho e 9,6% (n=2) em via pública. Os vícios incluíram tabagismo e alcoolismo. Sendo que 4,8% (n=1) eram tabagistas, 4,8% (n=1) abusadores de álcool, 14,3% (n=3) tabagistas e abusadores de álcool e 76,1% (n=16) não apresentavam vícios presentes e passados.

As comorbidades observadas nos idosos internados envolvem: hipertensão arterial sistêmica, cardiopatia, diabetes melitus, doenças do trato gastrintestinal, doença de Parkinson, doença reumatoide, hipotireoidismo e insuficiência renal. As comorbidades mais prevalentes, portanto, foram hipertensão arterial sistêmica (13), seguida de cardiopatias (6) e diabetes melitus (5). Não apresentam comorbidades 23,8% (n=5) (Tabela 1). Mais de um paciente 66,7% (n=14) apresentou duas ou mais comorbidades.




O agente agressor mais frequente foi chama direta 33,3% (n=7), seguido de óleo quente 23,8% (n=5), água quente 19% (n=4), dermoabrasão 14,3% (n=3), descarga elétrica 4,8% (n=1) e produto químico 4,8% (n=1) (Tabela 2).




Quanto à porcentagem de superfície queimada, observa-se que 28,6% foram considerados grandes queimados (n=6), 47,6% médios queimados (n=10) e 23,8% pequenos queimados (n=23,8), sendo a média de 16% da área corporal atingida (Tabela 3). Já com relação à classificação da profundidade da queimadura, houve prevalência das queimaduras mistas de 2º e 3º graus, com 52,4% (n=11), seguida das queimaduras de 2º grau, 23,8% (n=5), e 3º grau, com 23,8% (n=5) (Tabela 4).






O tempo de internação teve o mínimo de 1 dia e máximo de 30 dias, tendo média de 9,8 dias. Na evolução 14,3% (n=3) necessitaram de enxertia e 33,3% (n=7) apresentaram infecção após confirmação de biópsia, diagnosticada por cultura de punch de pele durante tratamento. Das culturas, houve desenvolvimento de Acinetobacter sp. (n=3) e Pseudomonas aeruginosa (n=4). Foi mais prevalente infecções em membros inferiores, 71,43% (n=5).

Além disso, foram realizados hidratação, analgésicos, antibióticos, curativos, sedação (exceto n=1, impossibilitado por cardiopatia), desbride, profilaxia de trombose venosa profunda, drogas vasoativas e hemotransfusão conforme necessidade e indicação.

Houve um óbito e sua causa imediata foi sepse de foco pulmonar. Ficou internado 15 dias em Unidade de Terapia Intensiva na Unidade de Queimados.


DISCUSSÃO

As queimaduras são lesões cutâneas causadas pela ação direta ou indireta do calor e as principais causas são: a chama direta, o contato com água fervente ou líquidos quentes (chamado de escaldamento) o contato com superfície aquecida, a corrente elétrica e por agentes químicos8.

As queimaduras são consideradas um grave problema de saúde pública em todo o país9. Sendo assim, é de grande importância o conhecimento epidemiológico, pois são os dados estatísticos que fornecem subsídios para programas de prevenção e tratamento da queimadura. Além disso, podem definir um paralelo entre as experiências de centros nacionais e internacionais10.

Os idosos são geralmente mais vulneráveis, lentos, possuem mais comorbidades que, rotineiramente, agravam as queimaduras, aumentando a mortalidade. Vale ressaltar que, como os idosos têm obtido uma independência maior da família, não é fácil aceitar que precisam ter alguém por perto8, o que aumenta as chances de acidentes. Comparados a outros grupos, como crianças e adultos jovens, internados em centro de tratamento de queimados, a incidência de mortalidade é elevada. Segundo Tejerina et al.11, há variação entre 33,3% e 63%.

Nesta pesquisa houve predominância do sexo masculino, apresentando porcentagem de 57,1%, o que também foi evidenciado em alguns outros estudos em hospitais brasileiros12-15.

Outras coincidências apareceram no estudo como os acidentes domiciliares, tendo grande incidência em nosso trabalho, 71,4%, totalizando 15 pacientes dos 21 estudados. Com base nessa informação, torna-se necessário implementar ações preventivas com os grupos da sociedade para que os acidentes, principalmente intradomiciliares, sejam minimizados4.

Tendo em vista o estudo de incidência de queimaduras na população brasileira e em sua prevenção, Costa et al.16 realizaram um estudo sobre a importância de Ligas Acadêmicas de Queimaduras, já que elas desenvolvem campanhas preventivas de queimaduras e afirmam, nesse estudo, que tais projetos contribuem positivamente para a sociedade em termos de esclarecimento.

Considerando as comorbidades que geralmente acometem a faixa etária estudada, temos hipertensão arterial sistêmica, cardiopatia, diabetes melitus, doenças do trato gastrintestinal, doença de Parkinson, doença reumatoide, hipotireoidismo e insuficiência renal. Além das comorbidades, houve a constatação de vícios como o tabagismo e o alcoolismo, sendo 16 pacientes sem vícios, 1 apresentando o alcoolismo como vício e 1 tabagista, já os 3 pacientes restantes apresentaram adição tanto para tabaco como para álcool. Visto que o paciente etilista de longa data é basicamente um subnutrido funcional17, há grande prejuízo em sua recuperação, considerando os padrões mínimos de alimentação proposta para uma boa recuperação dos pacientes queimados18.

Diante de todas essas constatações, juntamente com as comorbidades, os vícios colaboram para uma grande perda de resultados, visto que é essencial uma boa restituição de tecido no local afetado para que haja uma boa cicatrização. Desta forma, demonstra-se primordial que o profissional de saúde entenda o contexto no qual o paciente está inserido e trace o plano terapêutico envolvendo uma abordagem educativa sobre o tratamento e processo cicatricial, proporcionado, assim, um maior respaldo técnico e científico para a prática segura19.

Quanto à porcentagem de área queimada, observa-se que 6 pacientes (28,6%) foram considerados grandes queimados, percentual próximo ao encontrado nos estudos de Le et al.20 e Tejerina et al.11, que evidenciaram médias de 20% a 25% da superfície corporal queimada. A percentagem de 47,6% deu-se para médios queimados e 23,8% pequenos queimados, sendo a média de 16% da área corporal atingida.

Na classificação de profundidade de queimadura houve prevalência das queimaduras de 2º e 3º graus, com 52,4%, seguido das queimaduras de 2º grau, com 23,8%, e 3º grau com 23,8%.

A pneumonia é a complicação mais comum em pacientes idosos queimados, afetando 8,6% destes, nos centros de queimados nos Estados Unidos21. Incidência que se relaciona com o óbito em nosso estudo. Tal complicação pode ser explicada por uma resposta imune inadequada a cada desafio infeccioso e pelas sequelas resultantes (sepses e disfunção multiorgânica)22.


CONCLUSÃO

A partir dos resultados obtidos durante o período de 2012 a 2013, conclui-se que o perfil dos pacientes idosos vítimas de queimaduras internados na Unidade de Tratamento de Queimados do Hospital Padre Albino é de indivíduos do sexo masculino, tendo a própria residência como local mais comum de ocorrer acidentes; a maioria não apresenta vícios presentes ou passados e, geralmente, o paciente possui duas ou mais comorbidades envolvidas, sendo que a principal é a hipertensão arterial sistêmica. A chama direta é o agente causal mais frequente, predominando queimaduras combinadas de 2o e 3o grau, sendo evidenciado elevada taxa de grandes queimados e necessidade de enxertia em alguns casos, seguido de alta possibilidade de infecção.

O conhecimento do perfil epidemiológico é de extrema importância para qualquer serviço hospitalar, uma vez que possibilita identificar o grupo de risco e as condições mais comuns de ocorrência de um eventual acidente. Nesse sentido, a Secretaria da Saúde de cada município, juntamente com profissionais da saúde e gestores, terá condições de realizar campanhas preventivas que envolvam crianças, jovens, adultos e idosos e que possam contribuir efetivamente para a redução de queimaduras nessa população alvo e, consequentemente, favorecer a diminuição do número de internações hospitalares, pois grande parte desses acidentes são evitáveis23. Além disso, não só os órgãos públicos podem contribuir para a sociedade, mas também as universidades representam importantes meios de redução e prevenção de queimaduras nos idosos e na população em geral.

Ademais, conhecer as principais comorbidades, características das queimaduras, condutas e evolução permite que o hospital esteja preparado para receber um idoso queimado, proporcionando melhores estratégias de tratamento23. Tais benefícios, somados, podem alterar o perfil epidemiológico dos pacientes no futuro, principalmente em relação à gravidade e evolução da lesão.


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Recebido em 21 de Março de 2017.
Aceito em 22 de Setembro de 2017.

Local de realização do trabalho: Faculdades Integradas Padre Albino, Departamento de Cirurgia Plástica, Catanduva, SP, Brasil..

Conflito de interesses: Os autores declaram não haver.


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